segunda-feira, 28 de abril de 2008

Independência de Kosovo

Pouco a pouco, a antiga Iugoslávia vai se desmembrando mais e mais. Agora, foi a vez de Kosovo. Isso não necessariamente representa que os kosovares enfim se livrarão da Sérvia. Muitos sérvios ainda protestam contra a independência de Kosovo, o que força a ONU manter tropas para controle da situação.

A comunidade internacional pouco a pouco vai aceitando este novo país, embora o deputado socialista português Manuel Alegre tenha dito que a separação de Kosovo é uma “ruptura com a legalidade internacional”. Os Estados Unidos já inauguraram uma embaixada em território kosovar.

Kosovo provavelmente não vai ter grande representação no cenário internacional, exceto pelos conflitos étnicos da região. Provavelmente, assim como Montenegro, a independência de Kosovo só causará um fulgor temporário e depois o pequeno país balcânico será esquecido.

Não demorará muito, a Sérvia se resignará e aceitará a separação. Enquanto isso, Kosovo deve tentar estabelecer relações com outros países, assinar tratados comerciais para que a nação se fortaleça.

Conflito no Tibet

A China ocupa o Tibet, região da divisa com a Índia, por diversas razões: posição geográfica, recursos naturais, por aí vai. Isso vem se mantendo estável durante as últimas décadas, mas a um bom tempo a situação chegou a um ponto em que se tornou insuportável. E então começam os protestos.

De certa forma, no contexto histórico que levou a esse ponto, a China tem certa razão, afinal, quando ocupou o Tibet a República Popular ainda estava em formação e precisava garantir a soberania da nova nação. Por outro lado, a forte repressão não dá aos monges e demais habitantes da região qualquer expressão reconhecida. Agora sabemos relativamente bem o que acontece no Tibet, mas provavelmente isso foi só um pedaço de tudo que tem ocorrido desde a ocupação (ou seria melhor “invasão”?) chinesa.

Agora com a mídia em cima, já se fala em boicote aos Jogos Olímpicos. Isso é uma burrice. A situação no Tibet é grave, mas não justifica um ato de tal magnitude, visto que é um evento de cooperação internacional.

Provavelmente a situação vai demorar a se resolver, mas isso não quer dizer que não vá se resolver. Acredito que um diálogo entre os líderes chineses e tibetanos poderia resolver tudo. O único problema é saber se o Tibet seria capaz de se “impor” como nação e ser reconhecido na comunidade internacional. A autonomia da região perante o governo chinês seria a melhor solução.

Eleições nos EUA

As eleições nos Estados Unidos ainda seguem como uma incógnita. McCain já se garantiu como candidato republicano e segue sua campanha, enquanto Hillary e Obama continuam com a disputa no Partido Democrata.

Num momento em que o país passa por uma ameaça de recessão econômica, Clinton e Obama preferem atacar um ao outro, enquanto poderiam se preocupar mais em fazer propostas e tentar vencer as prévias democratas por suas idéias, o que já abandonaram há muito tempo.

Enquanto isso, McCain comemora sua vitória, ao passo que o Partido Democrata se destrói internamente. Não seria surpreendente se McCain conquistasse a Casa Branca. Apesar de os Partidos Republicano e Democrata terem posições totalmente opostas, não se pode compreender como isso existe internamente.

Não se pode deixar de mencionar a guerra no Iraque, que depende diretamente do resultado das eleições. Hillary e Obama concordam – ao menos nisso – que as tropas devem ser retiradas, independente se isto se dever à posição partidária, é a melhor opção a ser considerada. McCain defende que as tropas devem se manter no Oriente Médio.

Basta saber quem será o candidato democrata para que a situação comece a se delimitar. Conseqüências? Só saberemos depois de terminarem as prévias.

O(a) candidato(a) democrata certamente seria a melhor opção, visto que é geral o descontentamento com a guerra no Iraque, a possibilidade de recessão e a política imperialista – sim, imperialista – atual do governo norte-americano, que está no controle do Partido Republicano.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Games: Nintendo(casual) X Sony(hardcore)

No fim da década de 1980, inicio da década de 1990, foi lançado um console que revolucionaria toda a história dos videogames: o Super Nintendo. Este console trouxe uma nova cara aos videogames, pois trouxe jogos simples, mas, ao mesmo tempo, viciantes, divertidos e inovadores. Quem nasceu nesta época sabe disso.
Na próxima geração, a gigante Sony entrou no mercado dos consoles com o popular PlayStation 1, que, por usar CDs, e não os antiquados e limitados cartuchos, permitia um maior acesso aos jogos, fazendo o Nintendo 64, console que, apesar de ser mais potente e trazer a essência do Super Nintendo, não tivesse tanto sucesso. O Nintendo 64 trazia seqüências dos jogos do seu antecessor, incrementados com a tecnologia 3D, o que foi uma aposta boa e que teria feito sucesso se não fossem os CDs do PlayStation 1. O console da Sony trazia jogos mais desafiadores e, por conseqüência, menos divertidos.
O mesmo se refletiu com os sucessores do PS1 e do Nintendo 64, o PlayStation 2 e o Gamecube, respectivamente. À mesma época, a Microsoft lançou o Xbox, muito semelhante ao PlayStation 2. O Gamecube continuava apostando nas suas séries-trunfo: Mário, Zelda, entre outras. Quando Resident Evil 4 foi lançado para GameCube, os donos de PS2 ficaram, no mínimo desapontados, pois as três versões anteriores foram lançadas apenas para PlayStation 1, com exceção de Resident Evil 2 que teve uma versão para Nintendo 64, obrigando a Capcom a refazer Resident Evil 4 para PlayStation 2, provavelmente visando atingir o público que já havia jogado as versões anteriores no primeiro console da Sony, pois o GameCube não era tão popular como seus concorrentes. A Nintendo viu-se encurralada, então precisava de algo novo, algo que revolucionasse o modo de jogar videogames, algo como o Nintendo Wii. O controle revolucionário da nova geração da Nintendo fez a Sony e a Microsoft de "bobas". A potência gráfica do PlayStation 3 e do Xbox 360, sucessores do PlayStation 2 e do Xbox, respectivamente, não é páreo para as seqüências revolucionárias, o controle inovador e a essência da Nintendo que superam o PlayStation 3 e Xbox 360 em todos os aspectos. Talvez a Sony e a Microsoft tenham forçado o lançamento de Resident Evil 5 para seus próprios consoles como "vingança" contra a Nintendo,mas, apesar disso, a vantagem meteórica da Nintendo é evidente, ainda mais ressaltada pelo acesso ao Wii, que é o mais barato da nova geração de consoles e o mesmo se reflete nos portáteis: o Nintendo DS e o PlayStation Portátil(PSP).
Vemos, portanto, que os jogos casuais atraem mais público que os hardcore, só precisam de algo a mais, o que provoca uma evolução além do áudio-visual. Não adianta ter potência se o resto não ajuda. Se a Sony e a Microsoft não entenderem isso, nunca mais chegarão aos pés da Nintendo. Quando os consoles da nova geração se popularizarem no Brasil, a distância diversão-desafio ficará ainda mais evidenciada. Afinal, quem joga videogame espera diversão e o console que oferecer a maior quantidade disso com certeza estará à frente no mercado e na opinião dos jogadores.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Clichês

Odeio clichês. Aquelas frases prontas feito "o consumismo faz uma lavagem cerebral nas pessoas". Essas frases prontas não expressam a verdadeira opinião das pessoas que falam. Como na frase acima, o idealismo cego faz uma lavagem cerebral nos que acreditam ser imunes a esses clichês. É revoltante ver pessoas criticando o consumismo quando elas próprias não seguem seus "próprios" ideais.

Outra coisa : "o bem sempre vence o mal". Não é verdade. Se fosse assim, todos os criminosso seriam presos, nosso sistema carcerário seria uma maravilha e nunca teríamos ouvido falar de Holocausto. " A justiça tarda mas não falha". B-e-s-t-e-i-r-a! A justiça tarda sim, mas muitas vezes falha. Quantos inocentes estão no corredor da morte?

"O Consumismo nos força à comprar". Mentira. As pessoas compram porquê se sentem bem e é problema delas se não conseguem controlar este impulso.

Posso parecer cético, mas colocar as culpas ou conseqüências dos nossos atos em clichês é não ter coragem para assumir os fatos e isso é, no mínimo, sinal de fraqueza.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Sou um brasileiro - Segunda Parte - A política e a opinião pública

Seguidamente, vê-se jornais e revistas acusarem políticos e pessoas, criticando o “mar de lama” da política brasileira. Parece que a opinião pública só sabe criticar. Não vê que também temos bons políticos.Não esperamos um político perfeito, mas parece que se não vier um continuaremos a criticar e criticar a política brasileira. Não estou defendendo os políticos, apenas tentando dizer que sair falando mal de deputados e senadores não resolverá o problema. Aposto que, pelo menos, 90% das pessoas que saem por aí xingando políticos não fazem nada pra resolver o problema.Precisamos de atitudes! Falar só não basta! Um corrupto não está nem aí para a opinião pública, ele só quer continuar onde está.Antes de sair falando mal do congresso, publique um manifesto. Antes de tomar partido em um político, procure saber todas as referências dele.Não devemos nos precipitar. Assim como os políticos, que não se elegem de um dia para o outro, não tiraremos eles de lá num piscar de olhos. Conscientização, informação e AÇÃO : essas são as chaves.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

A Propaganda Atual

A propaganda deveria servir para anunciar produtos e serviços que podem livremente ser consumidos pela poplução em geral. Bom, a propaganda atual não se resume apenas a isso. A propaganda atual além de divulgar produtos, faz com que eles pareçam a melhor coisa do mundo! Faz com que pareça que não consiguiríamos viver sem aquilo e muitas vezes essa tática da certo! E isso vem , na maioria das vezes, de políticos. Não há como agüentar essa avalanche de informações. Entramos, então, em uma discussão que vai além do horário político obrigatório e do horário comercial e vai até uma série de questões éticas que ultrapassam os campos da política e da propaganda. Quem deseja anunciar seu produto ou serviço deve fazê-lo com moderação e , se possível, com humor. Assm, irá se criar uma propaganda leve,vendedora e muito melhor para quem vê.